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sábado, 25 de maio de 2013

Fortaleza: Mais de 2000 máquinas ainda serão entregues a prefeituras localizadas no Semiárido, diz MDA

                                             
O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) deu início a uma força-tarefa para ajudar os municípios brasileiros que sofrem com os efeitos da seca. Em 60 dias, devem ser entregues 2.039 máquinas para municípios do Semiárido brasileiro e, também, aos que integram a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e sofrem com a falta de chuva. Serão 705 retroescavadeiras e 1.334 motoniveladoras que ajudarão na estruturação produtiva de milhares de agricultores familiares dessas regiões. 
 
A doação das máquinas integra o conjunto de ações planejadas pelo Governo Federal para combater os efeitos da seca e melhorar as condições de convivência com o semiárido. Para o estado do Ceará foram entregues, nesta tarde, 38 retroescavadeiras e 34 motoniveladoras a 72 prefeitos. O investimento do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) no estado somou R$ 18 milhões.

Durante o evento, Pepe Vargas destacou que com esta entrega, 179 dos 181 municípios cearenses receberam uma retroescavadeira e 61 localidades foram contempladas com motoniveladoras. O ministro também ressaltou que o MDA ainda vai entregar caminhão-caçamba e pá-carregadeiras. “Nós estamos fazendo, em caráter emergencial, a compra dos equipamentos para os 1.032 municípios que  decretaram situação de emergência”, informou. 

O ministro realçou que a aquisição dos equipamentos será feita de forma rápida – já que no âmbito do PAC 2 as compras são feitas em regime emergencial. “Até o final deste ano todos os municípios, mesmo o que não estão em situação de emergência, receberão os equipamentos que a presidenta Dilma determinou”, adiantou. 

Outra questão levantada por Pepe Vargas foi que a seca mostrou que as pessoas não têm a cultura constituir uma reserva estratégica de alimentos para o rebanho. “Temos que recuperar essa cultura e aproveitar o período de chuva para produzir forrageiras, fazendo reserva de alimentos para o rebanho no período da seca. Temos sistemas de produção adequados na região desenvolvidos pela Embrapa Semiárido que garantem que o agricultor familiar plante 1,5 hectares de forrageiras de ciclo curto combinadas com outras de ciclo longo”, reiterou ao assegurar que em um espaço de 15 a 18 meses o agricultor terá condição de manter um rebanho de até 80, 90 caprinos.