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domingo, 13 de janeiro de 2013

Profetas da chuva se reunem em Quixadá e fazem previsões pessimistas em relação ao inverno no Ceará.

Longe da tecnologia 20 pesquisadores da natureza se reuniram sábado, 12, e transmitiram conhecimento oriundo de gerações para os cearenses. As previsões dos homens camponeses quanto à quadra invernosa não agradaram quem pretende tirar o prejuízo do ano passado, considerada como a maior estiagem nas últimas décadas.

O clima ficou preocupante quando os mais ‘sábios’ destacaram os seus conhecimentos para o público presente. Durante o XVII encontro dos Profetas da Chuva realizado no Parque de Exposições da Associação dos Criadores de Ovinos e Caprinos do Estado do Ceará –Acocece, os profetas revelaram os seus prognósticos, sendo que 15 dos 20 pesquisadores, garantem que a quadra invernosa será regular,  alguns dizem que será outra seca, como Renato do Tapuiará que usou um cacho de semente de carnaúba e afirma que apenas o mês de junho será chuvoso. O profeta Antônio Lima usou a abelha para prognosticarm “teremos um inverno regular, não vai ser tão bom assim” com ele está também Chico Leiteiro “vai ser um inverno regular”. Antônio Anastácio-Paruara e Maria Lurdes preveem muita chuva entraram na lista dos que não acertaram.


Os prognósticos de 2012 houveram quase 100% de erros, ou seja, quase todos os pesquisadores da chuva erram, por exemplo, Renato do Tapuiará errou ao dizer na última edição que seria “um ano de boas chuvas”, quem também passou longe da realidade foi Luiz Gonzaga, “vai ser um de chuvas acima da média”. Paulo Costa, Erasmos Carlos, Chico Leiteiro, Antônio Lima, Chico Leite, Ludurdinha, Antônio Menezes, Josimar Pacheco, Chico Mariano e Jacaré.

Acadêmicos da Universidade Federal do Ceará e da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira de Redenção-CE estiveram participando do evento. O estudante da Nova Guiné Aldair Baiu, 19 anos, que está estudando na Unilab disse que acredita nas previsões e pretende acompanha durante o curso de Agronomia.

Na platéia estava o agricultor Pedro da Fonseca Ribeiro, 65 anos, atento as previsões disse que ficou triste com as descobertas “a gente fica preocupado, mas temos que acreditar em Deus” já pecuarista Mauricio de Queiroz, 45 anos, ficou desanimado com os prognósticos “tenho 25 cabeças de gado e preciso de chuva”

Fonte: Revista Central.